Polícia

Rifeiro de Salvador é achado morto em Santo Amaro

Um homem, que trabalhava com rifas no ramo de jóias e relógios no bairro do Alto do Cabrito, no Subúrbio Ferroviário de Salvador, foi encontrado morto, na manhã da última terça-feira (31), na zona rural do município de Santo Amaro, no Recôncavo baiano. Alessandro Silva Rebouças, 22 anos, foi encontrado com sinais de estrangulamento.

Segundo o delegado Antônio Aécio de Sousa Argolo, titular da Delegacia Territorial (DT) da cidade, o corpo do rapaz foi achado por volta das 6h, no KM 25, região conhecida como Estrada do Timbó, às margens da BA-420. Até o final da tarde, ele e as equipes estavam em diligências pela localidade para reunir informações sobre o caso.

Informações preliminares levantadas pela investigação, divulgadas pelo “Jornal Massa”, indicam que Alessandro residia em Salvador, no bairro Alto do Cabrito, mas também possuía casa em Acupe — distrito de Santo Amaro. De acordo com a polícia, a vítima tinha costume de passar os finais de semana na região.

Ainda conforme um relato colhido nas investigações, na última segunda-feira (30), Alessandro chegou na cidade acompanhado da esposa. Eles tinham ido apenas para cuidar do cachorro que ficava na casa.

Logo que chegou, por volta das 12h, ele deixou a companheira em casa e saiu com o animal, quando não foi mais visto, sendo localizado ontem. Até o fechamento desta edição, a motivação e autoria do crime eram desconhecidos pela polícia.

A morte de Alexandro entra para o décimo caso de rifeiros mortos em Salvador e adjacências. O último caso registrado foi do casal Rodrigo da Silva Santos e Hynara Santa Rosa da Silva, mortos a tiros, no dia 11 de dezembro de 2022, na praia de Barra do Jacuípe, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

com informações do “Jornal Massa”

Polícia

Valença: Médico é encontrado morto em residência

O corpo do médico Everton dos Santos, 40 anos, foi encontrado dentro de uma residência, em que morava pendurado com uma corda no pescoço. na manhã desta quarta-feira (28), na Rua 7 de Setembro, em Valença. As causas da morte ainda são desconhecidas. O laudo de necropsia irá apontar o real motivo.

A Polícia Militar esteve no local até a chegada da equipe do Departamento de Polícia Técnica (DPT). O corpo do homem, que residia em Entre Reis, foi necropsiado no Instituto Médico Legal (IML) de Valença.

Polícia

Com drogas na vagina, mulher é flagrada ao tentar entrar em penitenciária

Ao tentar entrar na Penitenciária José Edson Cavalieri com porções de maconha nas partes íntimas, uma visitante foi presa em Juiz de Fora, na tarde de domingo (25). De acordo com informações da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), o flagrante ocorreu durante a passagem da mulher no body scan, equipamento de inspeção corporal e de raio x.

Ainda conforme a Sejusp, a própria moça retirou a droga do corpo. A maconha estava dentro da vagina da mulher. Ela e o material foram levados para a delegacia para demais providências e um Boletim de Ocorrência (BO) feito. Um procedimento também foi instaurado internamente na penitenciária e o preso que seria o destinatário será ouvido pela Comissão Disciplinar do local.

Polícia

Cachorro morre após ficar trancado dentro de carro estacionado

Após ficar mais de 30 minutos preso dentro de um carro estacionado, um cachorro morreu nesta segunda-feira (26). O animal foi percebido por populares que passavam pela Travessa Martins de Vasconcelos, próxima à Catedral de Santa Luzia, ponto muito movimentado na cidade. O veículo estava parado no centro da cidade de Mossoró, na Região Oeste do Rio Grande do Norte. O município de Mossoró é conhecido pelas altas temperaturas, principalmente neste período do ano, e nesta segunda chegou a ter máxima de 34ºC.

A população quebrou o vidro traseiro esquerdo do carro porque percebeu que o cachorro estava imóvel no banco. Ao retirar o animal, ele já estava morto. O cachorro era sem raça definida (SRD), conhecido popularmente como vira-lata, e tinha o nome de Jacaré.

Polícia

Homem mata o cachorro da família e faz mulher e filha reféns

Um homem foi preso, depois de fazer a companheira e a filha de reféns, em Imperatriz, cidade localizada a 630 km de São Luís.

Segundo a polícia, o suspeito, que estava armado, agrediu a esposa e matou o cachorro da família. Depois, ele fez a mulher e a filha de reféns na casa onde moravam.

A Polícia Militar foi acionada e isolou o local. As vítimas ficaram trancadas com o homem por alguns instantes e depois foram liberadas. Depois de algumas horas de negociação, ele se entregou à polícia.

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PF repudia ataque e exige punição rigorosa a Roberto Jeferson

A Associação dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) repudiou o ataque a policiais federais pelo ex-deputado Roberto Jefferson (PTB) durante o cumprimento de mandado de prisão contra ele no domingo (23), em Levy Gasparian, Rio de Janeiro. Em nota divulgada, os delegados exigiram uma “rigorosa punição” ao responsável pelas agressões.

“É totalmente inaceitável qualquer tipo de violência contra policiais federais, em especial no cumprimento do dever legal estabelecido pela Constituição Federal”, acrescentou a corporação.

Ainda, a ADPF estima recuperação dos policiais vítimas do que chamou de “absurdo atentado”.

Segundo a PF, Jefferson reagiu à ordem de prisão. “Na ação, dois policiais foram feridos por estilhaços de granada arremessados pelo alvo e levados imediatamente ao pronto socorro. Após o atendimento médico, ambos foram liberados e passam bem”, informou.

Ontem pela manhã, o ex-deputado federal deflagrou tiros e atirou granadas contra policiais federais que foram até sua casa para prendê-lo.

Fonte: Ultimo Segundo

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Vereador é preso suspeito de participação no assassinato de eleitor

O presidente da Câmara de Vereadores de Ibotirama, Jean Charles Alexandre (PSB), e um policial militar foram presos na manhã desta quinta-feira, 08, pois estão sendo investigados e são suspeitos de terem participado do assassinato de Marcello Leite Fernandes, que aconteceu em julho de 2022 no município de Ibotirama.

“Durante esses 40 dias de investigação, conseguimos reunir elementos que fundamentaram pedidos de prisões e buscas. Levantamos as informações e identificamos desavenças entre os acusados e a vítima como possível motivação para o crime. As oitivas com os custodiados e a perícia nos materiais apreendidos serão fundamentais para a elucidação do caso”, disse o diretor adjunto do DHPP, delegado Oscar Vieira.

Junto com os suspeitos foram apreendidos três pistolas, aparelhos celulares, documentos e computadores.

O presidente da Câmara é investigado por ser mandante do crime. Um terceiro suspeito está foragido.

Participaram da operação o DHPP, COE, Departamento de Inteligência da Polícia Civil, Ministério Público, Corregedoria da Polícia Militar e do Grupamento Aéreo da PM.

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Polícia erradica mais de 30 mil pés de maconha no interior da Bahia

Uma plantação de maconha, com mais de 30 mil pés, foi erradicada na cidade de Muquém do São Francisco, no oeste da Bahia, neste final de semana. A droga foi encontrada por policiais da 28ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Ibotirama), sob o comando do major Ronni Anderosn, com ajuda de populares. Os militares realizam operação após denúncia de homens armados nas proximidades da Fazenda Passira, limite entre Muquém e Irecê. Durante as buscas, a plantação foi encontrada e os suspeitos fugiram do local, deixando uma espingarda Bersa, de calibre 28, e cinco munições. As drogas foram destruídas, sendo que uma parte foi apresentada na Delegacia Territorial (DT) de Ibotirama, juntamente com o armamento.

Polícia

Polícia apreende menino de 12 anos apontado como chefe de ‘boca de fumo’

Um adolescente de 12 anos foi apreendido na última quarta-feira (17) durante uma ação da Polícia Militar  no Centro do Rio de Janeiro. Apesar da idade, ele é acusado de comandar uma boca de fumo em um casarão da rua.

Segundo a PM, o menino chefiava a venda de drogas no casarão, que servia como ponto de comércio e teria assumido o posto após os pais serem presos.

Com ele, foram apreendidos um simulacro de pistola, 170 pinos de cocaína, 780 pedras de crack e 59 trouxas de maconha.

O caso foi registrado na delegacia e o menino foi autuado por fato análogo ao crime de tráfico de drogas, sendo conduzido em seguida para a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).

Polícia

Bahia foi o estado de maior mortalidade em ações policial durante a pandemia

Em dois anos de pandemia de covid-19 – de julho de 2020 a junho de 2022 –, a Rede de Observatórios da Segurança registrou 20.243 ações policiais em cinco dos sete estados em que atua (Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo), com um total de 1.989 mortes. O número representou quase metade dos cerca de 50 mil eventos monitorados pelos observatórios estaduais no período. Desse total, 12.693 foram ações de patrulhamento, 6.671 operações policiais e 879 ações de combate ao novo coronavírus. Os dados constam do boletim Raio X das Ações de Policiamento, divulgado hoje pela rede.

De acordo com o boletim, no trimestre de abril, maio e junho deste ano, as ações policiais somaram, respectivamente, 681, 962 e 934, alta de 18% em relação às 584, 736 e 849 observadas no mesmo período de 2021. O mês em que ocorreu o maior crescimento das ações policiais foi maio de 2022 (30%), em comparação com o mesmo período do ano anterior. Os dados mostraram que governadores candidatos à reeleição tendem a “mostrar serviço”, à medida em que se aproxima a votação.

Dos cinco estados relacionados, o único que apresentou aumento do número de ações policiais, na comparação do primeiro período da pandemia (julho de 2020 a junho de 2021) com o segundo (julho de 2021 a junho de 2022), foi o Rio de Janeiro (5,96%). Esse aumento das ações de policiamento está ligado “possivelmente” à proximidade das eleições, disse à Agência Brasil a pesquisadora da rede Bruna Sotero. “Nos últimos meses, em todos os estados, houve aumento no número dessas ações, o que evidencia possível relação com o período eleitoral, principalmente com o objetivo de ocupar as manchetes dos jornais”. Bruna explicou que no território fluminense, o crescimento das ações policiais vem sendo observado desde o ano passado, enquanto, nos demais estados tem ocorrido principalmente nos últimos meses.

Chacinas

A pesquisadora observou também que o Rio de Janeiro foi o único estado em que o STF (Supremo Tribunal Federal) determinou, em maio de 2020, a restrição das operações policiais em comunidades, enquanto vigorasse a emergência sanitária. Apesar de ainda estar em vigor, a rede constatou que a ADPF 635 foi desafiada pelas polícias e autoridades governamentais fluminenses, resultando nas maiores chacinas registradas em operações policiais, em maio de 2021 e maio de 2022, nas favelas do Jacarezinho e da Vila Cruzeiro, respectivamente. “A gente vê que é uma política institucionalizada”. De um ano pesquisado para o outro, as ações de policiamento no estado do Rio subiram de 2.854 para 3.024.

O Ceará, que teve duas chacinas nos últimos 12 meses, representando o dobro do período anterior, preocupa a Rede de Observatórios da Segurança porque não apresenta a mesma dinâmica do Rio, com ações decorrentes de operações policiais em que são mortas mais de três pessoas. ”Mas precisamos estar atentos ao que está ocorrendo, buscar o porquê desse aumento”, disse a pesquisadora.

As 1.989 mortes contabilizadas pela rede, no período de dois anos, significam que a cada dez horas uma pessoa morreu em ação de policiamento. De acordo com o boletim, o estado mais letal, considerando a proporção média de mortes por ação monitorada, foi a Bahia, onde 16% das operações resultaram em mortes. No Rio de Janeiro, 10,4% dos registros geraram mortes e, em São Paulo, 11,8%.

Para a Rede de Observatórios de Segurança, o Rio de Janeiro e a Bahiasão exemplos de corporações com cultura de tolerância com a brutalidade, corrupção e valorização da violência policial”. No mesmo período, 47 agentes morreram em ação, o que pode sinalizar que as mortes, durante as operações, seriam uma retaliação à população e um padrão nacional de polícias que usam a força de forma abusiva. A pesquisadora destacou que durante a pandemia, as pessoas pobres, pretas e faveladas desses territórios ficaram reféns da violência e sofreram duas vezes. “Além de se protegerem do vírus, tinham que fugir dos tiros”.

Drogas e armas

Bruna Sotero afirmou que, embora grande parte das ações tenha como motivação o combate ao tráfico de drogas, as apreensões de entorpecentes não são rotina. Na média dos dois anos monitorados, menos de 26% das ações policiais resultaram em apreensão de drogas. O Ceará foi o estado que registrou menor número de apreensões (7%) no último ano. “Não tem surtido efeito positivo para a população”, disse Sotero. O combate ao tráfico de drogas é considerado uma política ineficaz.

O mesmo ocorre em relação à apreensão de armas que, segundo Bruna, é indicativo para aumento da letalidade e da insegurança. A política de ampliação do acesso da população às armas no Brasil foi criticada pela pesquisadora. “Eles [as autoridades] continuam investindo em uma política totalmente ineficaz [de combate às drogas] e, em contrapartida, ao invés de apostar no controle do armamento e na apreensão de armas ilegais, aumentam a chance de as pessoas andarem cada vez mais armadas e de maior circulação de armas”.

O boletim indica que 76% das mortes violentas no país são causadas por armas de fogo, com apreensões em somente 15% das operações. São Paulo é o estado com o menor registro proporcional, de 13% e 12%, nos dois anos analisados. No período pesquisado, foram apreendidas 540 armas, sem mortes. Bruna argumentou que a facilidade de acesso às armas no país “aumenta a possibilidade de conflitos interpessoais”. A arma passa a ser vista como meio para a resolução de conflitos, acrescentou.

O boletim destaca que ações de policiamento não são monitoradas pelos governos. Afirma que, com raras exceções, como se vê recentemente em São Paulo, agentes de polícia realizam nas ruas as ações que acham importantes, sem qualquer supervisão e sem avaliação de sua efetividade.

Forças

Entre as forças policiais envolvidas nas ações de julho de 2020 a junho de 2022, a Polícia Militar respondeu pela maior presença no policiamento diário, com 56,15% do total de operações, seguida pela Polícia Civil (33,52%), Guarda Municipal (6,72%), Polícia Rodoviária Federal (6,01%) e Polícia Federal (4,36%).

O boletim chama a atenção para o aumento da participação da Polícia Federal nas operações e patrulhamentos no Rio de Janeiro (15%), em São Paulo (25%) e no Ceará (28%), com significativo crescimento da participação da Guarda Municipal em Pernambuco (60%). Também houve ampliação das ações da Polícia Rodoviária Federal no Rio (36%), com expressiva participação em ações violentas e de alta letalidade, como a Chacina no Complexo da Penha.

Patrimônio

O levantamento ressalta que as operações motivadas por crimes contra o patrimônio, relacionadas principalmente a furtos e roubos de automóveis, residências e a roubos de rua, foram as que tiveram maior crescimento entre os dois períodos (159%). Isso seria explicado pela flexibilização de políticas de controle da pandemia e o aumento da circulação de pessoas nas ruas. O maior registro nesse tipo de motivação ocorreu em São Paulo (614%), seguido do Rio de Janeiro com 240%.

Integração

A avaliação da rede é que segurança pública é vista como soma de operações policiais, mortes e apreensão de drogas quando, na verdade, deveria ter um sentido mais amplo. Para Bruna Sotero, a política de segurança pública não pode entrar só com a polícia, mas deve ser uma ação integrada. “Não se pode entrar nesses territórios só com a polícia, mas com educação, saúde, saneamento básico, para que as pessoas possam ter uma vida melhor”. Ela espera que a partir dos dados revelados no boletim, seja feita uma análise dos pontos negativos da segurança pública e se comece a pensar em política integrada para o setor.

Posicionamentos

A Secretaria da Segurança Pública da Bahia informou que os dados apresentados na pesquisa da Rede de Observatórios da Segurança estão em total desacordo com a produtividade das ações policiais no período analisado, com números “absurdamente subnotificados”. Só de drogas apreendidas entre os anos de 2020, 2021 e o primeiro semestre de 2022, foram cerca de 100 toneladas provenientes de operações das polícias Militar e Civil, além de ações realizadas conjuntamente com as polícias Federal e Rodoviária, incluindo a erradicação de plantações de maconha. No mesmo período, 98 fuzis foram retirados das mãos de criminosos na Bahia.

O levantamento também apresenta dados relativos ao número de pessoas presas em operações policiais. “Apenas uma operação da Polícia Civil, a Uno Corpus, foi responsável pela prisão de 516 pessoas, o que demonstra total descompromisso da pesquisa com a realidade”.

A Secretaria estadual de Polícia Militar do Rio respondeu, por meio da assessoria de imprensa, que as ações da corporação “são precedidas e direcionadas a partir de informações do setor de inteligência e de órgãos oficiais, como o Instituto de Segurança Pública (ISP), sendo executadas com base em protocolos técnicos definidos pelas legislações e determinações judiciais vigentes”.

Acrescentou que somente neste ano de 2022, foram presos mais de 19,8 mil criminosos, apreendidos mais de 2,3 mil adolescentes infratores e retiradas das ruas mais de 3,9 mil armas de fogo, sendo 221 fuzis.

Outro lado

A Coordenação-Geral de Comunicação Institucional da PRF (Polícia Rodoviária Federal) informou que “não faz análise de dados que não sejam produzidos pela própria instituição”.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, por sua vez, esclareceu que não comenta estudos dos quais desconhece a metodologia. Afirmou, por outro lado, que “as polícias Civil e Militar trabalham incessantemente no combate à criminalidade. Ao longo dos últimos 42 meses, 666.338 criminosos foram presos e encaminhados à Justiça. Isso significa, em média, 15,8 mil marginais presos mensalmente, incluindo integrantes de facções criminosas, que são submetidos ao regime disciplinar diferenciado (RDD) e isolados. Atualmente, 57 integrantes de facções presos no estado foram transferidos e estão em presídios federais com o aval do Executivo paulista”.

A SSP relatou que, no mesmo período, 872,8 toneladas de drogas foram apreendidas, o que representa mais de 20 toneladas de entorpecentes retirados das ruas todos os meses. Na nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo revela que, atualmente, o estado tem a menor taxa de homicídios do Brasil, com 6 casos por grupo de 100 mil habitantes, enquanto a taxa nacional é de 18/100 mil. “Não só os homicídios, mas todos os crimes contra a vida e contra o patrimônio tiveram redução expressiva e sustentada ao longo dos últimos 20 anos, em São Paulo. Tais reduções não são baseadas apenas nos indicadores da Secretaria da Segurança Pública, mas ratificadas também por institutos de pesquisa independentes e pelo próprio Ministério da Justiça”.

De acordo com a SSP, nos últimos dois anos, mais de R$ 1,2 bilhão em ativos ligados às facções foram recuperados pelas forças de segurança estaduais. Aeronaves, por exemplo, que antes eram utilizadas por esses criminosos, hoje integram as frotas das forças policiais no combate ao crime organizado. A mais recente delas é um avião Cessna Caravan, que foi incorporado pela Polícia Civil. Esses resultados são fruto de forte política de segurança pública e do trabalho de policiais civis, militares e técnico-científicos. “Por esta razão, a SSP investe continuamente na capacitação de todos os integrantes das forças de segurança, assim como em tecnologia e equipamentos para combater a criminalidade e proteger o cidadão”. Mais de R$ 1,5 bilhão já foram investidos pela atual gestão na modernização da estrutura policial em todo o Estado, com a aquisição de novas viaturas, inclusive blindadas, armas e tecnologia de última geração, coletes balísticos e a expansão de unidades especiais como os Baep (Batalhões de Ações Especiais de Polícia) e as DEIC (Divisões Especializadas de Investigação Criminal).

Visando valorizar o trabalho policial, a SSP informou que todas as carreiras policiais tiveram um reajuste acumulado de 26% e um incremento na política de bonificação, que passou a ser bimestral. Desde o início da atual gestão, 14,4 mil policiais foram contratados e estão atuando em todo o Estado. Outros 1,3 mil estão nas academias das polícias, passando por curso de formação. Além disso, já foram autorizadas 8,5 mil novas vagas para as forças de segurança do Estado, sendo que quatro concursos estão em andamento para seleção de delegados, investigadores, escrivães e médicos legistas. Ainda segundo a Secretaria, as políticas públicas adotadas permitiram que, nos primeiros seis meses deste ano, as ocorrências de mortes decorrentes de intervenção policial apresentassem redução de 63,7% na comparação com o mesmo período do ano passado.

A Polícia Federal, por sua vez, comunicou que não comenta declarações ou divulgações de outras instituições.

Até o fechamento desta matéria, não foram recebidas respostas das secretarias de Segurança Pública do Ceará, de Pernambuco.

Fonte: Agência Brasil

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