Polícia

Vereador é preso suspeito de participação no assassinato de eleitor

O presidente da Câmara de Vereadores de Ibotirama, Jean Charles Alexandre (PSB), e um policial militar foram presos na manhã desta quinta-feira, 08, pois estão sendo investigados e são suspeitos de terem participado do assassinato de Marcello Leite Fernandes, que aconteceu em julho de 2022 no município de Ibotirama.

“Durante esses 40 dias de investigação, conseguimos reunir elementos que fundamentaram pedidos de prisões e buscas. Levantamos as informações e identificamos desavenças entre os acusados e a vítima como possível motivação para o crime. As oitivas com os custodiados e a perícia nos materiais apreendidos serão fundamentais para a elucidação do caso”, disse o diretor adjunto do DHPP, delegado Oscar Vieira.

Junto com os suspeitos foram apreendidos três pistolas, aparelhos celulares, documentos e computadores.

O presidente da Câmara é investigado por ser mandante do crime. Um terceiro suspeito está foragido.

Participaram da operação o DHPP, COE, Departamento de Inteligência da Polícia Civil, Ministério Público, Corregedoria da Polícia Militar e do Grupamento Aéreo da PM.

Polícia

Polícia erradica mais de 30 mil pés de maconha no interior da Bahia

Uma plantação de maconha, com mais de 30 mil pés, foi erradicada na cidade de Muquém do São Francisco, no oeste da Bahia, neste final de semana. A droga foi encontrada por policiais da 28ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Ibotirama), sob o comando do major Ronni Anderosn, com ajuda de populares. Os militares realizam operação após denúncia de homens armados nas proximidades da Fazenda Passira, limite entre Muquém e Irecê. Durante as buscas, a plantação foi encontrada e os suspeitos fugiram do local, deixando uma espingarda Bersa, de calibre 28, e cinco munições. As drogas foram destruídas, sendo que uma parte foi apresentada na Delegacia Territorial (DT) de Ibotirama, juntamente com o armamento.

Polícia

Polícia apreende menino de 12 anos apontado como chefe de ‘boca de fumo’

Um adolescente de 12 anos foi apreendido na última quarta-feira (17) durante uma ação da Polícia Militar  no Centro do Rio de Janeiro. Apesar da idade, ele é acusado de comandar uma boca de fumo em um casarão da rua.

Segundo a PM, o menino chefiava a venda de drogas no casarão, que servia como ponto de comércio e teria assumido o posto após os pais serem presos.

Com ele, foram apreendidos um simulacro de pistola, 170 pinos de cocaína, 780 pedras de crack e 59 trouxas de maconha.

O caso foi registrado na delegacia e o menino foi autuado por fato análogo ao crime de tráfico de drogas, sendo conduzido em seguida para a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).

Polícia

Bahia foi o estado de maior mortalidade em ações policial durante a pandemia

Em dois anos de pandemia de covid-19 – de julho de 2020 a junho de 2022 –, a Rede de Observatórios da Segurança registrou 20.243 ações policiais em cinco dos sete estados em que atua (Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo), com um total de 1.989 mortes. O número representou quase metade dos cerca de 50 mil eventos monitorados pelos observatórios estaduais no período. Desse total, 12.693 foram ações de patrulhamento, 6.671 operações policiais e 879 ações de combate ao novo coronavírus. Os dados constam do boletim Raio X das Ações de Policiamento, divulgado hoje pela rede.

De acordo com o boletim, no trimestre de abril, maio e junho deste ano, as ações policiais somaram, respectivamente, 681, 962 e 934, alta de 18% em relação às 584, 736 e 849 observadas no mesmo período de 2021. O mês em que ocorreu o maior crescimento das ações policiais foi maio de 2022 (30%), em comparação com o mesmo período do ano anterior. Os dados mostraram que governadores candidatos à reeleição tendem a “mostrar serviço”, à medida em que se aproxima a votação.

Dos cinco estados relacionados, o único que apresentou aumento do número de ações policiais, na comparação do primeiro período da pandemia (julho de 2020 a junho de 2021) com o segundo (julho de 2021 a junho de 2022), foi o Rio de Janeiro (5,96%). Esse aumento das ações de policiamento está ligado “possivelmente” à proximidade das eleições, disse à Agência Brasil a pesquisadora da rede Bruna Sotero. “Nos últimos meses, em todos os estados, houve aumento no número dessas ações, o que evidencia possível relação com o período eleitoral, principalmente com o objetivo de ocupar as manchetes dos jornais”. Bruna explicou que no território fluminense, o crescimento das ações policiais vem sendo observado desde o ano passado, enquanto, nos demais estados tem ocorrido principalmente nos últimos meses.

Chacinas

A pesquisadora observou também que o Rio de Janeiro foi o único estado em que o STF (Supremo Tribunal Federal) determinou, em maio de 2020, a restrição das operações policiais em comunidades, enquanto vigorasse a emergência sanitária. Apesar de ainda estar em vigor, a rede constatou que a ADPF 635 foi desafiada pelas polícias e autoridades governamentais fluminenses, resultando nas maiores chacinas registradas em operações policiais, em maio de 2021 e maio de 2022, nas favelas do Jacarezinho e da Vila Cruzeiro, respectivamente. “A gente vê que é uma política institucionalizada”. De um ano pesquisado para o outro, as ações de policiamento no estado do Rio subiram de 2.854 para 3.024.

O Ceará, que teve duas chacinas nos últimos 12 meses, representando o dobro do período anterior, preocupa a Rede de Observatórios da Segurança porque não apresenta a mesma dinâmica do Rio, com ações decorrentes de operações policiais em que são mortas mais de três pessoas. ”Mas precisamos estar atentos ao que está ocorrendo, buscar o porquê desse aumento”, disse a pesquisadora.

As 1.989 mortes contabilizadas pela rede, no período de dois anos, significam que a cada dez horas uma pessoa morreu em ação de policiamento. De acordo com o boletim, o estado mais letal, considerando a proporção média de mortes por ação monitorada, foi a Bahia, onde 16% das operações resultaram em mortes. No Rio de Janeiro, 10,4% dos registros geraram mortes e, em São Paulo, 11,8%.

Para a Rede de Observatórios de Segurança, o Rio de Janeiro e a Bahiasão exemplos de corporações com cultura de tolerância com a brutalidade, corrupção e valorização da violência policial”. No mesmo período, 47 agentes morreram em ação, o que pode sinalizar que as mortes, durante as operações, seriam uma retaliação à população e um padrão nacional de polícias que usam a força de forma abusiva. A pesquisadora destacou que durante a pandemia, as pessoas pobres, pretas e faveladas desses territórios ficaram reféns da violência e sofreram duas vezes. “Além de se protegerem do vírus, tinham que fugir dos tiros”.

Drogas e armas

Bruna Sotero afirmou que, embora grande parte das ações tenha como motivação o combate ao tráfico de drogas, as apreensões de entorpecentes não são rotina. Na média dos dois anos monitorados, menos de 26% das ações policiais resultaram em apreensão de drogas. O Ceará foi o estado que registrou menor número de apreensões (7%) no último ano. “Não tem surtido efeito positivo para a população”, disse Sotero. O combate ao tráfico de drogas é considerado uma política ineficaz.

O mesmo ocorre em relação à apreensão de armas que, segundo Bruna, é indicativo para aumento da letalidade e da insegurança. A política de ampliação do acesso da população às armas no Brasil foi criticada pela pesquisadora. “Eles [as autoridades] continuam investindo em uma política totalmente ineficaz [de combate às drogas] e, em contrapartida, ao invés de apostar no controle do armamento e na apreensão de armas ilegais, aumentam a chance de as pessoas andarem cada vez mais armadas e de maior circulação de armas”.

O boletim indica que 76% das mortes violentas no país são causadas por armas de fogo, com apreensões em somente 15% das operações. São Paulo é o estado com o menor registro proporcional, de 13% e 12%, nos dois anos analisados. No período pesquisado, foram apreendidas 540 armas, sem mortes. Bruna argumentou que a facilidade de acesso às armas no país “aumenta a possibilidade de conflitos interpessoais”. A arma passa a ser vista como meio para a resolução de conflitos, acrescentou.

O boletim destaca que ações de policiamento não são monitoradas pelos governos. Afirma que, com raras exceções, como se vê recentemente em São Paulo, agentes de polícia realizam nas ruas as ações que acham importantes, sem qualquer supervisão e sem avaliação de sua efetividade.

Forças

Entre as forças policiais envolvidas nas ações de julho de 2020 a junho de 2022, a Polícia Militar respondeu pela maior presença no policiamento diário, com 56,15% do total de operações, seguida pela Polícia Civil (33,52%), Guarda Municipal (6,72%), Polícia Rodoviária Federal (6,01%) e Polícia Federal (4,36%).

O boletim chama a atenção para o aumento da participação da Polícia Federal nas operações e patrulhamentos no Rio de Janeiro (15%), em São Paulo (25%) e no Ceará (28%), com significativo crescimento da participação da Guarda Municipal em Pernambuco (60%). Também houve ampliação das ações da Polícia Rodoviária Federal no Rio (36%), com expressiva participação em ações violentas e de alta letalidade, como a Chacina no Complexo da Penha.

Patrimônio

O levantamento ressalta que as operações motivadas por crimes contra o patrimônio, relacionadas principalmente a furtos e roubos de automóveis, residências e a roubos de rua, foram as que tiveram maior crescimento entre os dois períodos (159%). Isso seria explicado pela flexibilização de políticas de controle da pandemia e o aumento da circulação de pessoas nas ruas. O maior registro nesse tipo de motivação ocorreu em São Paulo (614%), seguido do Rio de Janeiro com 240%.

Integração

A avaliação da rede é que segurança pública é vista como soma de operações policiais, mortes e apreensão de drogas quando, na verdade, deveria ter um sentido mais amplo. Para Bruna Sotero, a política de segurança pública não pode entrar só com a polícia, mas deve ser uma ação integrada. “Não se pode entrar nesses territórios só com a polícia, mas com educação, saúde, saneamento básico, para que as pessoas possam ter uma vida melhor”. Ela espera que a partir dos dados revelados no boletim, seja feita uma análise dos pontos negativos da segurança pública e se comece a pensar em política integrada para o setor.

Posicionamentos

A Secretaria da Segurança Pública da Bahia informou que os dados apresentados na pesquisa da Rede de Observatórios da Segurança estão em total desacordo com a produtividade das ações policiais no período analisado, com números “absurdamente subnotificados”. Só de drogas apreendidas entre os anos de 2020, 2021 e o primeiro semestre de 2022, foram cerca de 100 toneladas provenientes de operações das polícias Militar e Civil, além de ações realizadas conjuntamente com as polícias Federal e Rodoviária, incluindo a erradicação de plantações de maconha. No mesmo período, 98 fuzis foram retirados das mãos de criminosos na Bahia.

O levantamento também apresenta dados relativos ao número de pessoas presas em operações policiais. “Apenas uma operação da Polícia Civil, a Uno Corpus, foi responsável pela prisão de 516 pessoas, o que demonstra total descompromisso da pesquisa com a realidade”.

A Secretaria estadual de Polícia Militar do Rio respondeu, por meio da assessoria de imprensa, que as ações da corporação “são precedidas e direcionadas a partir de informações do setor de inteligência e de órgãos oficiais, como o Instituto de Segurança Pública (ISP), sendo executadas com base em protocolos técnicos definidos pelas legislações e determinações judiciais vigentes”.

Acrescentou que somente neste ano de 2022, foram presos mais de 19,8 mil criminosos, apreendidos mais de 2,3 mil adolescentes infratores e retiradas das ruas mais de 3,9 mil armas de fogo, sendo 221 fuzis.

Outro lado

A Coordenação-Geral de Comunicação Institucional da PRF (Polícia Rodoviária Federal) informou que “não faz análise de dados que não sejam produzidos pela própria instituição”.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, por sua vez, esclareceu que não comenta estudos dos quais desconhece a metodologia. Afirmou, por outro lado, que “as polícias Civil e Militar trabalham incessantemente no combate à criminalidade. Ao longo dos últimos 42 meses, 666.338 criminosos foram presos e encaminhados à Justiça. Isso significa, em média, 15,8 mil marginais presos mensalmente, incluindo integrantes de facções criminosas, que são submetidos ao regime disciplinar diferenciado (RDD) e isolados. Atualmente, 57 integrantes de facções presos no estado foram transferidos e estão em presídios federais com o aval do Executivo paulista”.

A SSP relatou que, no mesmo período, 872,8 toneladas de drogas foram apreendidas, o que representa mais de 20 toneladas de entorpecentes retirados das ruas todos os meses. Na nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo revela que, atualmente, o estado tem a menor taxa de homicídios do Brasil, com 6 casos por grupo de 100 mil habitantes, enquanto a taxa nacional é de 18/100 mil. “Não só os homicídios, mas todos os crimes contra a vida e contra o patrimônio tiveram redução expressiva e sustentada ao longo dos últimos 20 anos, em São Paulo. Tais reduções não são baseadas apenas nos indicadores da Secretaria da Segurança Pública, mas ratificadas também por institutos de pesquisa independentes e pelo próprio Ministério da Justiça”.

De acordo com a SSP, nos últimos dois anos, mais de R$ 1,2 bilhão em ativos ligados às facções foram recuperados pelas forças de segurança estaduais. Aeronaves, por exemplo, que antes eram utilizadas por esses criminosos, hoje integram as frotas das forças policiais no combate ao crime organizado. A mais recente delas é um avião Cessna Caravan, que foi incorporado pela Polícia Civil. Esses resultados são fruto de forte política de segurança pública e do trabalho de policiais civis, militares e técnico-científicos. “Por esta razão, a SSP investe continuamente na capacitação de todos os integrantes das forças de segurança, assim como em tecnologia e equipamentos para combater a criminalidade e proteger o cidadão”. Mais de R$ 1,5 bilhão já foram investidos pela atual gestão na modernização da estrutura policial em todo o Estado, com a aquisição de novas viaturas, inclusive blindadas, armas e tecnologia de última geração, coletes balísticos e a expansão de unidades especiais como os Baep (Batalhões de Ações Especiais de Polícia) e as DEIC (Divisões Especializadas de Investigação Criminal).

Visando valorizar o trabalho policial, a SSP informou que todas as carreiras policiais tiveram um reajuste acumulado de 26% e um incremento na política de bonificação, que passou a ser bimestral. Desde o início da atual gestão, 14,4 mil policiais foram contratados e estão atuando em todo o Estado. Outros 1,3 mil estão nas academias das polícias, passando por curso de formação. Além disso, já foram autorizadas 8,5 mil novas vagas para as forças de segurança do Estado, sendo que quatro concursos estão em andamento para seleção de delegados, investigadores, escrivães e médicos legistas. Ainda segundo a Secretaria, as políticas públicas adotadas permitiram que, nos primeiros seis meses deste ano, as ocorrências de mortes decorrentes de intervenção policial apresentassem redução de 63,7% na comparação com o mesmo período do ano passado.

A Polícia Federal, por sua vez, comunicou que não comenta declarações ou divulgações de outras instituições.

Até o fechamento desta matéria, não foram recebidas respostas das secretarias de Segurança Pública do Ceará, de Pernambuco.

Fonte: Agência Brasil

Polícia

FEIRA DE SANTANA: Polícia Federal realiza operação contra fraudes no Auxílio Emergencial

Na manhã desta quarta-feira, 03, a Polícia Federal deflagrou a Operação Parcela, em Feira de Santana, que visa combater fraudes ao Auxílio Emergencial. Os Policiais cumpriram as medidas judiciais de busca e apreensão, afastamento de sigilo bancário e sequestro de bens, perfazendo um total de R$ 50 mil bloqueados por determinação judicial.

A operação policial é fruto do trabalho conjunto da Polícia Federal, Ministério Público Federal, Ministério da Cidadania, CAIXA, Receita Federal, Controladoria-Geral da União e Tribunal de Contas da União, instituições que participam da Estratégia Integrada de Atuação contra Fraudes ao Auxílio Emergencial (EIAFAE).

Os objetivos da atuação conjunta e estratégica são a identificação de fraudes massivas e a desarticulação de associações criminosas que atuam causando prejuízos ao programa assistencial e, por consequência, atingindo a parcela da população que necessita desses valores.

Os fatos estão sendo apurados em inquérito policial, que teve início em 2021, com base em trabalhos de análise e inteligência realizados por equipe especializada da Polícia Federal, a partir de processos de contestação oriundos da CAIXA. No aplicativo “Caixa Tem”, 16 contas do Auxílio Emergencial foram fraudadas, com os valores depositados sendo transferidos imediatamente para pagamentos de boletos bancários emitidos em nome de terceiros, tendo os fraudadores como beneficiários finais, o que resultou em prejuízo inicial de R$ 9.6 mil.

Somente com o prosseguimento das investigações será possível determinar o montante exato do desvio, bem como a eventual participação de outras pessoas. Os autores das fraudes responderão pelos crimes de furto qualificado mediante fraude, com pena de 2 a 8 anos de reclusão.

As informações são da Polícia Federal

Polícia

VEREADOR DO PT É SEQUESTRADO NA BAHIA

Um vereador de Itamaraju, Edson Dias Souza, mais conhecida como Som de Nova Alegria, relatou, em vídeo, ter sido sequestrado, agredido, mantido em cárcere privado e ameaçado de morte por dois empresários do setor de transporte da cidade, que estavam portando armas de fogo.

O parlamentar do PT no município do extremo-sul do estado disse que tudo começou durante uma reunião com o prefeito, o secretário, o chefe de gabinete do prefeito e empresários de empresa de transporte escolar, quando um dos empresários se indispôs com ele. “Ele [um dos empresários] começou a se alterar e me deu um soco. Eu levantei, o colega dele puxou a arma, quando o secretário apaziguou a discussão”, relatou.

Segundo a nota do PT Bahia, a confusão aconteceu porque Som de Nova Alegria não quis votar em um projeto. “Não podemos nos calar diante da onda de violência política que vem ameaçando a democracia brasileira”, escreveu a executiva estadual do PT. A Prefeitura de Itamaraju e a Câmara Municipal de Itamaraju foram procuradas pela reportagem e até o momento não deram retorno.

Fonte: A Tarde

Polícia

FALSO DELEGADO É PRESO EM SÃO FRANCISCO DO CONDE

Um homem procurado pela justiça foi preso nesta quinta-feira, 21, em São Francisco do Conde. Segundo a polícia, o foragido se passava por delgado. Os investigadores encontraram uma carteira de delegado dos Direitos Humanos no endereço do acusado. O homem tem mandado de prisão por roubo em aberto no estado de Pernambuco. O falso delegado está a disposição da justiça.

Polícia

Operação recupera 4,5 toneladas de cabos de cobre e de alumínio na Bahia

Aproximadamente 4,5 toneladas de fios de cobre e de alumínio de origem não comprovada e com suspeita de serem materiais furtados foram recuperados, nesta quarta-feira, 20/7, em Salvador, durante a 2ª edição da Operação Metallis. O material está avaliado em cerca de meio milhão de reais.

Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), forças estaduais de segurança, órgãos municipais e empresas privadas vistoriaram cinco estabelecimentos de revenda de fios e cabos, nos bairros de Valéria e Pirajá, na periferia de Salvador.

Durante a vistoria, foram encontrados os cabos e fios, bobinas elétricas, transformador, baterias de estações de energia, quadro de bicicletas furtadas, equipamentos da Embasa, entre outros itens usados pelas concessionárias de serviços públicos.

O coronel Raimundo Cerqueira, assessor técnico da Siap (Superintendência de Gestão Integrada da Ação Policial) da SSP, explicou que cada quilo de fio de cobre furtado era comercializado no varejo por cerca de R$ 45.

De acordo com o delegado Arthur Gallas, diretor do DCCP (Departamento de Crimes Contra o Patrimônio) da Polícia Civil, a operação interditou uma empresa que estava com alvará de funcionamento vencido e flagrou também dois casos de furto de água.

São empresas grandes, que estão no mercado há mais de 20 anos, e recebem o material de sucatas menores, que por sua vez conseguem com os autores dos furtos. Eles fazem a separação do material e enviam para as siderúrgicas”, falou o delegado, ao explicar o modus operandi dos três comércios flagrados.

Serão instaurados inquéritos para apurar a autoria dos roubos dos equipamentos. Todo o material foi encaminhado para um galpão da Coelba, onde ficará armazenado.

Equipes das Polícias Civil, Militar e Técnica, do Corpo de Bombeiros Militar, da Empresa Baiana de Águas e Saneamento, CCR Metrô, do CCR Metrô, de empresas de telefonia, da Sedur (Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo), da Guarda Municipal de Salvador, da Semop (Secretaria Municipal de Ordem Pública), dentre outros, participaram da ação integrada.

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Bizarro Curiosidades Justiça Mundo Polícia Política ‘Detenta’ trans é transferida de presídio após engravidar presas

Uma ‘prisioneira’ transgênero engravidou duas detentas em uma penitenciária feminina em Nova Jérsei (EUA) e foi transferida para uma unidade prisional destinada a homens. De acordo com o porta-voz do Departamento de Correções do estado, Dan Sperrazza, as relações sexuais entre as presas foram consensuais.

Demi Minor, de 27 anos, deixou o presídio feminino Edna Mahan no último dia 24 de junho e agora se encontra no Youth Correctional Facility.

Polícia

Reunião com a PM discute organização e segurança da Micareta em Feira

O Comando de Policiamento da Região Leste realizou na terça-feira (12), uma reunião presidida pelo coronel PM Piton, comandante do CPRL, com a presença do secretário de Cultura, Esporte e Lazer (SECEL) Jairo Alfredo Carneiro Júnior e do chefe de gabinete da Secretaria de Transportes e Trânsito (SMTT), Carlos Rodolfo Suzarte Ferreira Júnior para tratar sobre o planejamento da Micareta de Feira 2022.

De acordo com o secretário de Cultura, Esporte e Lazer, a festa momesca acontecerá entre os dias 15 e 18 de setembro, período definido com base em reuniões durante a pandemia, com grupos culturais, associação comercial e dirigentes de blocos e camarotes.

Durante a reunião foram discutidos assuntos pertinentes à organização e segurança da festa, visando o bem-estar de todos os envolvidos neste grande evento.

 

Fonte Ascom

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