Saúde

Crianças comparecem em bom número para serem vacinadas contra Covid-19 no último dia do mês

A Escola Municipal Luis Eduardo Magalhães, no Pilar, foi toda decorada para receber os estudantes de 5 a 11 que estão no caminho da imunização contra a Covid-19. Através do projeto Vacina Kids, desenvolvido pela Prefeitura e executado pelas secretarias de Educação e Saúde, as crianças vão voltar para a sala de aula de forma mais segurança e confortável.

Durante toda esta quinta-feira (31), diversas mães e pais compareceram à unidade escolar acompanhados dos seus filhos numa campanha que visa por um fim na transmissão do vírus que já atingiu 3.475 pessoas e matou mais de 80 em nosso município.

Só a vacina pode salvar vidas e impedir que esse ciclo de contaminação não traga consequências irreversíveis. Portanto, vacine-se e proteja a sua vida e a saúde daqueles que convivem contigo também.

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Saúde

1ª, 2ª e 3ª onda: Especialistas apontam qual o maior desafio da pandemia em 2022 na Bahia

Uma verdadeira luta que está chegando ao seu 3ª round, mas longe do fim, a pandemia do coronavírus chegou no início de 2020 e, até hoje, causa sentimentos de incertezas e infinidade. Na linha de frente: os profissionais de saúde, estafados e contando os dias para finalmente retornamos à “normalidade”; os gestores, vivendo em prol de buscar medidas que desafoguem o sistema de saúde; e as pessoas, em geral, pedindo para que tudo isso acabe.

Contudo, a “inimiga do fim”, a Covid-19 continua mostrando que veio para ficar e, atualmente, tem provocado uma alta no número de casos nesta 3ª onda em razão da variante ômicron. De acordo com o Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA), na última quinta-feira (3), foi registrada a maior taxa de positividade para Covid-19 nas amostras enviadas ao laboratório, com 67,22% de infectados.

A coordenadora do Centro de Operações de Emergência em Saúde da Bahia, Izabel Marcílio, chamou a atenção para o grande desafio deste cenário com muitos infectados, que é a coexistência de agravos.

“Como a ômicron é muito transmissível e está ‘’todo mundo’’ pegando, então a gente vai ter paciente que tem infarto, mas tem Covid também, paciente que entrou para fazer uma cirurgia de uma fratura e aí a gente testa como medida de controle e vê que ele também tá com Covid. São pacientes que demandam internação, não exatamente por Covid, mas eles estão infectados, então precisam ficar isolados”, exemplificou Izabel.

A adição de outras enfermidades ao coronavírus tem obrigado às pastas de saúde, como a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), a desenharem estratégias para o sistema de saúde conseguir atender um paciente com diferentes demandas. “Isso é bastante custoso e necessário desenhar novos processos de trabalho que é o que a gente está se debruçando agora”, afirmou.

O que a infectologista, Clarissa Cerqueira, também pontuou: “A 3ª onda tem realmente muito mais caso, a gente observa, principalmente as pessoas não vacinadas ou até quem se vacinou, mas tem alguma comorbidade mais grave, tem algum câncer em atividade, está fazendo quimioterapia ou idoso de ‘noventa e poucos anos’ então é mais ou menos nessa linha que a gente está observando a 3ª onda, só que o mesmo tempo as pessoas continuam que pegando”, disse Clarissa.

É possível distinguir esse atual cenário também pelo novo vetor de transmissão do vírus e, consequentemente, manutenção da pandemia: as crianças, ressaltou a profissional da linha de frente do coronavírus. Segundo a representante da Saúde na Sesab, as crianças estão se infectando, com sintomas leves, porém, transmitindo para outras pessoas.

Vale ressaltar que a reportagem procurou o secretário municipal de Saúde, Leo Prates, para ter um panorama da pasta de Saúde de Salvador, mas não obteve retorno até o fechamento da matéria.

1ª e 2ª onda

Com a primeira infecção de coronavírus na Bahia no dia 6 de março de 2020, Izabel Marcílio identificou o primeiro pico da doença entre junho e julho do ano retrasado. Para ela, o estado mostrou um bom desempenho em razão do lockdown. “A Bahia foi muito feliz em conseguir o achatamento da curva, nessa época a gente viveu um lockdown bastante rígido no estado todo”, afirmou.

No primeiro momento, o sistema de saúde conseguiu reagir devido ao crescimento lento da doença no estado. Segundo Izabel, isso possibilitou que a pasta conseguisse abrir leitos para receber pacientes mesmo com o desconhecimento da doença por parte de todos, inclusive dos profissionais de saúde.

“Eles foram para linha de frente com toda a insegurança, medos e incertezas, foi necessária uma abertura de leitos específicos da Covid, então abrimos hospitais de campanha como o Espanhol, a Fonte Nova e outros pelo interior e foi necessário dimensionar, adquirir insumos que a gente não tinha anteriormente na quantidade para uma pandemia como os EPIs, os insumos em UTIs, que hoje estão fortemente equipadas para os leitos de síndrome respiratória aguda grave”, relatou a coordenadora do Centro de Operações de Emergência em Saúde da Bahia.

Entretanto, em fevereiro e março de 2021, a 2ª onda da Covid-19 foi marcada como a pior para os especialistas e profissionais da linha de frente da pandemia. A infectologista, Clarissa Cerqueira, relatou as dificuldades vividas na época.

“A 2ª onda foi terrível, assustadora, eu lembro chega fico nervosa! Foi a onda do trabalho, trabalho, trabalho, trabalho, muita coisa para fazer, muito paciente, hospital muito cheio, cansativo”, relembrou.

Todavia, a profissional de saúde espera um futuro otimista diante da realidade atual. “O que gente espera no futuro é que a doença se torne mais uma das causas de resfriado e, nos vacinados, que continue com casos leves, então, possa ser que no futuro a gente vá conviver sim com a Covid, mas casos leves que as pessoas precisem ficar sempre vacinadas”, completou.

Saúde

Ministro da Saúde alerta que país não atingiu pico da variante Ômicron

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que o Brasil ainda não chegou ao pico da nova onda da covid-19 causada pela variante Ômicron. No Brasil há cerca de dois meses, a nova cepa registrou, no fim de janeiro, 300 mil casos diários de infecções do coronavírus.

“Analisando a última semana epidemiológica do país, tivemos aumento de casos causado pela covid-19 e ainda não chegamos no pico da onda causada pela Ômicron. O enfrentamento contra a doença continua”, avaliou Queiroga nesse sábado (5), pelo Twitter. As informações são da Agência Brasil.

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Ainda segundo o ministro da Saúde, a pasta monitora a pressão sobre o sistema de saúde e a ocupação de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI). “Há espaço para abertura de novos leitos e estamos apoiando os Estados sempre que necessário. A atenção primária também tem sido reforçada”, ressaltou.

Na mesma postagem, Marcelo Queiroga enfatizou a importância da vacinação para que os casos tenham sintomas mais leves. “Se você ainda não tomou a segunda dose e a dose de reforço, não esqueça de completar seu esquema vacinal”, alertou.

São Francisco Conde Saúde

Aumento de casos de coronavirus em São Fco. do Conde acende alerta na população

São Francisco do Conde (40.245 mil habitantes), município localizado a 67 quilômetros de Salvador, registrou uma explosão de contaminações pela COVID-19 nos últimos dias.

É possível observar, através dos boletins emitidos pela prefeitura Municipal, que na semana do dia 24/01 até 01/02 de fevereiro, a cidade registrou um recorde nos números de confirmações semanais, com um total de 633 casos confirmados de coronavírus no município, sem a ocorrência de mortes pela doença no período. Desde o início da pandemia, aconteceram 69 óbitos provocadas pelo vírus na cidade.

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia, através do Laboratório Central – LACEN, informou em (13/01) um aumento de 234% nos casos da COVID.

A vacina é a forma mais eficaz de combater o vírus e evitar casos graves da COVID-19.

Redação

Saúde

Nova variante não parece ser mais grave que a Ômicron, diz OMS

A OMS (Organização Mundial da Saúde) informou que não há indicação de que a nova variante descoberta pelos cientistas, nomeada de BA.2, cause infecções mais graves do que a versão original da Ômicron, embora os dados iniciais demonstrem que ela é mais transmissível.

A forma emergente da variante Ômicron do coronavírus, BA.2, não parece ser mais grave do que a forma original, BA.1“, afirmou a infectologista Maria Van Kerkhove, membro da equipe de resposta à covid-19 da OMS.

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Van Kerkhove ainda disse que as informações são limitadas, mas os dados iniciais indicam que o BA.2 é “ligeiramente” mais transmissível do que a variante original do Ômicron, que os cientistas formalmente se referem como BA.1, “irmã” da nova cepa, que atualmente é a versão dominante em todo o mundo.

De acordo com um estudo realizado na Dinamarca, onde a nova variante já é dominante, pessoas vacinadas são menos propensas a espalhar BA.2 uma vez infectadas em comparação com as pessoas que têm a cepa BA.1. Os não vacinados, por outro lado, transmitem BA.2 de forma mais eficiente do que a Ômicron original.

Durante a coletiva, o diretor da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que considera ser “prematuro” celebrar a vitória contra a covid-19 e abandonar o esforço que vem sendo feito para deter a transmissão do coronavírus.

É prematuro para qualquer país se render, ou declarar vitória. Este vírus é perigoso, e continua a evoluir diante de nossos olhos. A OMS está atualmente rastreando quatro sub-linhagens da variante Ômicron, incluindo BA.2“, disse Tedros.

Saúde

Lacen tem fila de caixas térmicas com exames coletados no interior baiano.

O Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) registrou aproximadamente 10 mil exames na fila de espera para testagem da Covid-19. Esse número é o dobro da capacidade de análise diária da unidade.

Imagens de dentro do Lacen, nesta manhã, impressionaram pela quantidade de caixas térmicas com exames coletados no interior do estado. Por causa do aumento na demanda, o prazo de entrega dos resultados saltou de 48 horas para 72.

de acordo com a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), do dia 1º a 19 deste mês, foram liberados 50.361 exames de Covid-19. Nesta sexta, a Bahia tem 14.733 casos ativos da doença.

Saúde

Québec proíbe maconha e álcool para não vacinados, e busca por vacina sobe 300%

semana passada e só começa a valer na próxima terça-feira (18). Mas, segundo ele, o número de agendamentos diários para receber a primeira dose do imunizante já saltou de 1.500 para 6.000.

Dubé afirmou que o obstáculo ao acesso a álcool e maconha —legalizada para uso recreativo no Canadá em 2018— não tem a intenção de irritar os não vacinados, como o presidente Emmanuel Macron declarou na semana passada sobre o projeto de passaporte vacinal na França.

Segundo o ministro, “seria bom” incomodar os que se recusam a receber a vacina, mas seu objetivo é reduzir seu contato com a parcela da população que está imunizada, proteger o sistema de saúde e proteger os não vacinados uns dos outros. “Esse é um primeiro passo que estamos dando. Se os não vacinados não estiverem satisfeitos, há uma solução muito simples: vão tomar a sua primeira dose. É fácil e de graça”, disse Dubé. “Se você não quer se vacinar, não saia de casa.”

Ao anunciar a exigência, o ministro indicou ainda que outros estabelecimentos também passarão a exigir o certificado de vacina, mas há outras restrições já em vigor.

Em outra medida pouco usual, o governador da província, François Legault, anunciou a intenção de implementar a cobrança de uma “taxa sanitária” aos não vacinados de Québec.

Ele explicou que a proposta, em processo de finalização, não se aplicaria a quem não pode receber o imunizante por razões médicas. Em sua defesa, afirmou que os não imunizados colocam uma sobrecarga financeira sobre toda a população. Assim, o governo busca um valor significativo que cidadãos sem vacina deverão pagar —a cifra não deve ficar abaixo de 100 dólares canadenses (R$ 444).

“Todos os adultos em Québec que não aceitarem tomar ao menos a primeira dose nas próximas semanas terão uma conta a pagar, porque há consequências em nosso sistema de saúde e não cabe a todos os cidadãos pagar por isso”, afirmou Legault.

Saúde

Festa de Ivete Sangalo e Claudia Leitte é cancelada

“Salvador Folia”, evento que teria Ivete Sangalo e Claudia Leitte como atrações, foi cancelado após o aumento de casos de coronavírus em Salvador. A festa aconteceria entre os dias 24 e 27 de fevereiro, no Centro de Convenções.

De acordo com a produção do show, as pessoas que compraram o pacote ou ingressos individuais devem entrar em contato pelo e-mail salvadorfolia2022@gmail.com e informar o nome completo, CPF e número de registro da compra.

Para os foliões que compraram os ingressos por meio do cartão de crédito, será preciso enviar a bandeira e os quatro últimos dígitos do cartão. Os valores estornados através do sistema irão direto para a operadora de cartão e o valor será devolvido na fatura.

Já para quem fez o procedimento por boleto bancário, a devolução será feita após o envio de dados bancários do titular da compra para transferência e o PIX. O prazo de devolução será de 15 dias úteis após o recebimento do e-mail.

Além de Ivete Sangalo e Claudia Leitte, Ludmilla, Psirico, Luisa Sonza, EVA, Glória Groove, Alinne Rosa, Margareth Menezes e Solange Almeida, participariam do evento.

Saúde

Ômicron pode ser o vírus de mais rápida propagação da história

A variante Ômicron do SARS-CoV-2 pode já ser o vírus de mais rápida propagação de toda a história. A informação foi dada pelo médico infectologista norte-americano, Roby Bhattacharyya, do Hospital Geral de Massachusetts. A nova cepa é dominante em várias nações do mundo e está levando à explosão do número de casos de covid-19.

É uma propagação incrivelmente rápida”, alertou Bhattacharyya.

O médico e pesquisador fez um cálculo entre a Ômicron e o sarampo, um dos vírus mais contagiosos. Ele concluiu que, num cenário de ausência de vacinação, um caso de sarampo daria origem a mais 15 casos em apenas 12 dias. Já um caso de Ômicron daria origem a 216 casos no mesmo período. A estimativa significa que, em 35 dias, a Ômicron poderia atingir 280 mil pessoas, enquanto o sarampo afetaria 2.700.

No entanto, num cenário em que a maioria da população está vacinada ou já teve covid-19, o especialista estima que um caso de Ômicron dê origem a apenas mais três casos, número semelhante ao do vírus original, ausente de mutações.

Essa previsão continua, mesmo assim, preocupante, podendo ser comparada à transmissibilidade do SARS-CoV-2 quando apareceu inicialmente e começou a propagar-se, num momento em que não havia vacinas e poucas eram as medidas de contenção.

Nas condições atuais”, com vacinação e restrições, “um modelo simples de crescimento exponencial revelaria 14 milhões de pessoas infectadas com Ômicron a partir de um único caso, em comparação com as 760 mil infectadas com sarampo numa população sem defesas específicas”, adiantou o médico.

Ômicron

“É o vírus mais explosivo e de mais rápida difusão de toda a história”, alertou também o médico Anton Erkoreka, que investiga epidemias passadas.

Ele comparou o SARS-CoV-2 à gripe russa de 1889: ambos os vírus levaram apenas três meses para se propagar em todo o planeta. Agora, “a variante Ômicron bateu o recorde de propagação”, afirmou.

Se, por um lado, a nova cepa consegue infectar até pessoas já vacinadas, por outro, essas vacinas impedem, na maioria dos casos, a doença grave. O menor risco individual é a razão pela qual, neste momento, o número de contágios dispara, mas o número de pessoas hospitalizadas se mantém estável.

Em pessoas não vacinadas, a Ômicron é apenas cerca de 25% menos grave do que a variante Delta, a versão do vírus que até há pouco tempo era dominante, afirmou o infectologista Roby Bhattacharyya.

Até agora, seis estudos em fase preliminar sugeriram que a Ômicron tem maior facilidade de invadir as vias respiratórias altas, mas menor capacidade de infectar os pulmões, o que pode explicar a maior capacidade de infecção e menor letalidade.

A equipe do pesquisador Michael Chan, da Universidade de Hong Kong, foi a primeira a calcular em laboratório que a nova estirpe se multiplica 70 vezes mais rápido nos brônquios do que a variante Delta. No entanto, aparenta ser dez vezes menos eficiente nos pulmões.

Fonte: Agência Brasil

Saúde

Xanddy é diagnosticado com Covid-19 e apresentações são canceladas

A banda Harmonia do Samba anunciou na noite de quarta-feira (29) que o cantor Xanddy testou positivo para Covid-19. Segundo nota publicada no Instagram, o artista descobriu a contaminação por meio de teste.

Diante do diagnóstico positivo para o coronavírus, todas apresentações de Xanddy previstas para o período de fim de ano foram canceladas, sendo algumas delas adiadas.

A assessoria informou também que o artista apresenta sintomas leves e que o cantor se encontra com seu ciclo de vacinação completo.