Saúde

CASOS DA VARÍOLA DO MACACO CHEGAM AO RECÔNCAVO BAIANO

A Prefeitura Municipal de Mutuípe, através da Secretaria Municipal de Saúde e da Vigilância Epidemiológica, confirmou dois casos suspeitos de terem contraído a Monkeypox (MPXV), mais conhecida como ‘Varíola dos Macacos’.

De acordo com a nota, trata-se de dois indivíduos na faixa etária de 15 e 17 anos, ambos do sexo masculino, residentes na zona urbana do município. Os dois encontram-se em isolamento domiciliar, sem sinais clínicos de gravidade. Os familiares, até o momento, não apresentaram nenhum sintoma relacionado à doença. Foi realizada a coleta laboratorial para confirmação ou descarte de diagnóstico, conforme os protocolos da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab).

Ainda segundo a nota que foi emitida, a Prefeitura Municipal de Mutuípe, volta a reafirmar que as medidas sanitárias já foram tomadas, os pacientes e familiares seguem monitorados afim de garantir a segurança da população.

Saúde

Salvador: Secretaria de Saúde confirma 3° caso de varíola dos macacos na capital baiana

A Secretaria de Saúde de Salvador (SMS) confirmou, nesta quarta-feira (20), o terceiro caso de varíola dos macacos na capital baiana.

 

De acordo com a SMS, o paciente tem 31 anos e mora em Salvador. Os sintomas foram iniciados em 13 de julho deste ano.

Antes desse caso, a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) já tinha confirmado dois casos da doença na capital baiana. Na tarde desta quarta, o órgão estadual ainda não confirma esse terceiro caso.

Segundo informações da SMS, o paciente apresentou febre de início súbito, dor lombar, erupção cutânea e dor de cabeça. Ele não precisou de hospitalização e segue em isolamento com boa evolução em domicílio.

A Monkeypox se assemelha à varíola humana, que foi erradicada em 1980. Os principais sintomas da doença são febre, dores de cabeça, musculares e nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão. A infecção é autolimitada com sintomas que duram de 2 a 4 semanas, geralmente dividida em dois períodos:

 

  • Invasão, que dura entre 0 e 5 dias, com febre, cefaleia, mialgia, dor das costas e astenia intensa;
  • Erupção cutânea começa entre 1 e 3 dias após o aparecimento da febre. A erupção tem características clínicas semelhantes com varicela ou sífilis, com diferença na evolução uniforme das lesões.

 

Isolamento

Pacientes com suspeita da doença devem ficar em isolamento, em um local com boa ventilação natural. É recomendado que ambientes comuns, como banheiro e cozinha, fiquem com janelas abertas. Caso more com outras pessoas, deve-se usar a máscara cirúrgica bem ajustada, protegendo a boca e o nariz.

Além disso, é importante que o paciente lave as mãos várias vezes ao dia, preferencialmente com água e sabonete líquido. Se possível, deve usar toalhas de papel descartável para secá-las.

Quem estiver com suspeita também não compartilhar alimentos, objetos de uso pessoal, talheres, pratos, copos, toalhas ou roupas de cama. Os itens só podem ser reutilizados após higienização. (G1 Bahia)

Saúde

Bahia confirma primeiro caso de varíola do macaco

Os centros de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) de Salvador e o da Bahia confirmaram o primeiro caso da doença causada pelo vírus Monkeypox (conhecida como varíola do macaco) nesta quarta-feira (13), após exame laboratorial. O indivíduo é residente na capital baiana e chegou a ser internado em uma unidade hospitalar privada com a tríade de sintomas da doença: febre alta de início súbito, adenomegalia e erupção cutânea. Atualmente o indivíduo encontra-se em isolamento domiciliar em Salvador.

As medidas sanitárias de monitoramento dos contactantes próximos, bem como isolamento foram adotadas. Além disso, dois outros casos suspeitos, sem ligação com o confirmado, aguardam resultado do exame laboratorial a ser divulgado nos próximos dias.

Monkeypox é uma zoonose viral, do gênero Orthopoxvirus, da família Poxviridae, que se assemelha à varíola humana, erradicada em 1980. A doença cursa com febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão. A infecção é autolimitada com sintomas que duram de 2 a 4 semanas, podendo ser dividida em dois períodos: invasão, que dura entre 0 e 5 dias, com febre, cefaleia, mialgia, dor das costas e astenia intensa. A erupção cutânea começa entre 1 e 3 dias após o aparecimento da febre. A erupção tem características clínicas semelhantes com varicela ou sífilis, com diferença na evolução uniforme das lesões.

Saúde

Bahia registra primeiro caso suspeito da varíola dos macacos

De acordo com a Sesab, os centros de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) de Salvador e o da Bahia acompanham o primeiro caso suspeito da doença causada pelo vírus Monkeypox.

O homem mora em Salvador e está internado em um hospital particular da capital baiana. Ele apresentou sintomas como febre alta de início súbito, adenomegalia e erupção cutânea.

A amostra foi enviada ao Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA), que encaminhou para a referência nacional. Ainda não há previsão de resultado laboratorial.

Monkeypox é uma zoonose viral, do gênero Orthopoxvirus, da família Poxviridae, que se assemelha à varíola humana, erradicada em 1980. A doença cursa com febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão.

A infecção é autolimitada com sintomas que duram de duas a quatro semanas, podendo ser dividida em dois períodos: invasão, que dura entre zero e cinco dias, com febre, cefaleia, mialgia, dor das costas e astenia intensa.

A erupção cutânea começa entre um e três dias após o aparecimento da febre. A erupção tem características clínicas semelhantes com varicela ou sífilis, com diferença na evolução uniforme das lesões.

Primeiro caso no Brasil

A infecção viral já se espalhou por mais de 30 países, incluindo o Brasil. O primeiro caso de varíola dos macacos no país foi confirmado na cidade de São Paulo.

O paciente, um homem de 41 anos que viajou à Espanha, segundo país com o maior número de casos da doença, foi colocado em isolamento no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na Zona Oeste da capital.

Mudança de nome

Após mais de 1.600 casos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) está colaborando com especialistas para adotar um novo nome para a varíola dos macacos.

A iniciativa ocorre depois que mais de 30 cientistas escreveram na semana passada sobre a “necessidade urgente de um (nome para a doença e para o vírus) que não seja discriminatório nem estigmatizante”.

Para o grupo de pesquisadores, que sugeriu o nome hMPXV, há também diversas referências incorretas e discriminatórias ao vírus como sendo africano.

A doença matou 72 pessoas em países onde ela é considerada endêmica (presente numa região de forma permanente, com números constantes por vários anos), como áreas de floresta tropical na África Central e na África Ocidental.

Saúde

Crianças comparecem em bom número para serem vacinadas contra Covid-19 no último dia do mês

A Escola Municipal Luis Eduardo Magalhães, no Pilar, foi toda decorada para receber os estudantes de 5 a 11 que estão no caminho da imunização contra a Covid-19. Através do projeto Vacina Kids, desenvolvido pela Prefeitura e executado pelas secretarias de Educação e Saúde, as crianças vão voltar para a sala de aula de forma mais segurança e confortável.

Durante toda esta quinta-feira (31), diversas mães e pais compareceram à unidade escolar acompanhados dos seus filhos numa campanha que visa por um fim na transmissão do vírus que já atingiu 3.475 pessoas e matou mais de 80 em nosso município.

Só a vacina pode salvar vidas e impedir que esse ciclo de contaminação não traga consequências irreversíveis. Portanto, vacine-se e proteja a sua vida e a saúde daqueles que convivem contigo também.

🤝Prefeitura de Santo Amaro, aqui é trabalho de verdade!▶️#prefsantoamarooficial #trabalhodeverdade

Saúde

1ª, 2ª e 3ª onda: Especialistas apontam qual o maior desafio da pandemia em 2022 na Bahia

Uma verdadeira luta que está chegando ao seu 3ª round, mas longe do fim, a pandemia do coronavírus chegou no início de 2020 e, até hoje, causa sentimentos de incertezas e infinidade. Na linha de frente: os profissionais de saúde, estafados e contando os dias para finalmente retornamos à “normalidade”; os gestores, vivendo em prol de buscar medidas que desafoguem o sistema de saúde; e as pessoas, em geral, pedindo para que tudo isso acabe.

Contudo, a “inimiga do fim”, a Covid-19 continua mostrando que veio para ficar e, atualmente, tem provocado uma alta no número de casos nesta 3ª onda em razão da variante ômicron. De acordo com o Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA), na última quinta-feira (3), foi registrada a maior taxa de positividade para Covid-19 nas amostras enviadas ao laboratório, com 67,22% de infectados.

A coordenadora do Centro de Operações de Emergência em Saúde da Bahia, Izabel Marcílio, chamou a atenção para o grande desafio deste cenário com muitos infectados, que é a coexistência de agravos.

“Como a ômicron é muito transmissível e está ‘’todo mundo’’ pegando, então a gente vai ter paciente que tem infarto, mas tem Covid também, paciente que entrou para fazer uma cirurgia de uma fratura e aí a gente testa como medida de controle e vê que ele também tá com Covid. São pacientes que demandam internação, não exatamente por Covid, mas eles estão infectados, então precisam ficar isolados”, exemplificou Izabel.

A adição de outras enfermidades ao coronavírus tem obrigado às pastas de saúde, como a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), a desenharem estratégias para o sistema de saúde conseguir atender um paciente com diferentes demandas. “Isso é bastante custoso e necessário desenhar novos processos de trabalho que é o que a gente está se debruçando agora”, afirmou.

O que a infectologista, Clarissa Cerqueira, também pontuou: “A 3ª onda tem realmente muito mais caso, a gente observa, principalmente as pessoas não vacinadas ou até quem se vacinou, mas tem alguma comorbidade mais grave, tem algum câncer em atividade, está fazendo quimioterapia ou idoso de ‘noventa e poucos anos’ então é mais ou menos nessa linha que a gente está observando a 3ª onda, só que o mesmo tempo as pessoas continuam que pegando”, disse Clarissa.

É possível distinguir esse atual cenário também pelo novo vetor de transmissão do vírus e, consequentemente, manutenção da pandemia: as crianças, ressaltou a profissional da linha de frente do coronavírus. Segundo a representante da Saúde na Sesab, as crianças estão se infectando, com sintomas leves, porém, transmitindo para outras pessoas.

Vale ressaltar que a reportagem procurou o secretário municipal de Saúde, Leo Prates, para ter um panorama da pasta de Saúde de Salvador, mas não obteve retorno até o fechamento da matéria.

1ª e 2ª onda

Com a primeira infecção de coronavírus na Bahia no dia 6 de março de 2020, Izabel Marcílio identificou o primeiro pico da doença entre junho e julho do ano retrasado. Para ela, o estado mostrou um bom desempenho em razão do lockdown. “A Bahia foi muito feliz em conseguir o achatamento da curva, nessa época a gente viveu um lockdown bastante rígido no estado todo”, afirmou.

No primeiro momento, o sistema de saúde conseguiu reagir devido ao crescimento lento da doença no estado. Segundo Izabel, isso possibilitou que a pasta conseguisse abrir leitos para receber pacientes mesmo com o desconhecimento da doença por parte de todos, inclusive dos profissionais de saúde.

“Eles foram para linha de frente com toda a insegurança, medos e incertezas, foi necessária uma abertura de leitos específicos da Covid, então abrimos hospitais de campanha como o Espanhol, a Fonte Nova e outros pelo interior e foi necessário dimensionar, adquirir insumos que a gente não tinha anteriormente na quantidade para uma pandemia como os EPIs, os insumos em UTIs, que hoje estão fortemente equipadas para os leitos de síndrome respiratória aguda grave”, relatou a coordenadora do Centro de Operações de Emergência em Saúde da Bahia.

Entretanto, em fevereiro e março de 2021, a 2ª onda da Covid-19 foi marcada como a pior para os especialistas e profissionais da linha de frente da pandemia. A infectologista, Clarissa Cerqueira, relatou as dificuldades vividas na época.

“A 2ª onda foi terrível, assustadora, eu lembro chega fico nervosa! Foi a onda do trabalho, trabalho, trabalho, trabalho, muita coisa para fazer, muito paciente, hospital muito cheio, cansativo”, relembrou.

Todavia, a profissional de saúde espera um futuro otimista diante da realidade atual. “O que gente espera no futuro é que a doença se torne mais uma das causas de resfriado e, nos vacinados, que continue com casos leves, então, possa ser que no futuro a gente vá conviver sim com a Covid, mas casos leves que as pessoas precisem ficar sempre vacinadas”, completou.

Saúde

Ministro da Saúde alerta que país não atingiu pico da variante Ômicron

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que o Brasil ainda não chegou ao pico da nova onda da covid-19 causada pela variante Ômicron. No Brasil há cerca de dois meses, a nova cepa registrou, no fim de janeiro, 300 mil casos diários de infecções do coronavírus.

“Analisando a última semana epidemiológica do país, tivemos aumento de casos causado pela covid-19 e ainda não chegamos no pico da onda causada pela Ômicron. O enfrentamento contra a doença continua”, avaliou Queiroga nesse sábado (5), pelo Twitter. As informações são da Agência Brasil.

Leia mais: 

1ª, 2ª e 3ª onda: Especialistas apontam qual o maior desafio da pandemia em 2022 na Bahia

Ainda segundo o ministro da Saúde, a pasta monitora a pressão sobre o sistema de saúde e a ocupação de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI). “Há espaço para abertura de novos leitos e estamos apoiando os Estados sempre que necessário. A atenção primária também tem sido reforçada”, ressaltou.

Na mesma postagem, Marcelo Queiroga enfatizou a importância da vacinação para que os casos tenham sintomas mais leves. “Se você ainda não tomou a segunda dose e a dose de reforço, não esqueça de completar seu esquema vacinal”, alertou.

São Francisco Conde Saúde

Aumento de casos de coronavirus em São Fco. do Conde acende alerta na população

São Francisco do Conde (40.245 mil habitantes), município localizado a 67 quilômetros de Salvador, registrou uma explosão de contaminações pela COVID-19 nos últimos dias.

É possível observar, através dos boletins emitidos pela prefeitura Municipal, que na semana do dia 24/01 até 01/02 de fevereiro, a cidade registrou um recorde nos números de confirmações semanais, com um total de 633 casos confirmados de coronavírus no município, sem a ocorrência de mortes pela doença no período. Desde o início da pandemia, aconteceram 69 óbitos provocadas pelo vírus na cidade.

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia, através do Laboratório Central – LACEN, informou em (13/01) um aumento de 234% nos casos da COVID.

A vacina é a forma mais eficaz de combater o vírus e evitar casos graves da COVID-19.

Redação

Saúde

Nova variante não parece ser mais grave que a Ômicron, diz OMS

A OMS (Organização Mundial da Saúde) informou que não há indicação de que a nova variante descoberta pelos cientistas, nomeada de BA.2, cause infecções mais graves do que a versão original da Ômicron, embora os dados iniciais demonstrem que ela é mais transmissível.

A forma emergente da variante Ômicron do coronavírus, BA.2, não parece ser mais grave do que a forma original, BA.1“, afirmou a infectologista Maria Van Kerkhove, membro da equipe de resposta à covid-19 da OMS.

Quer melhorar sua estratégia para investir? Converse com um especialista da Wise Investimentos.

Van Kerkhove ainda disse que as informações são limitadas, mas os dados iniciais indicam que o BA.2 é “ligeiramente” mais transmissível do que a variante original do Ômicron, que os cientistas formalmente se referem como BA.1, “irmã” da nova cepa, que atualmente é a versão dominante em todo o mundo.

De acordo com um estudo realizado na Dinamarca, onde a nova variante já é dominante, pessoas vacinadas são menos propensas a espalhar BA.2 uma vez infectadas em comparação com as pessoas que têm a cepa BA.1. Os não vacinados, por outro lado, transmitem BA.2 de forma mais eficiente do que a Ômicron original.

Durante a coletiva, o diretor da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que considera ser “prematuro” celebrar a vitória contra a covid-19 e abandonar o esforço que vem sendo feito para deter a transmissão do coronavírus.

É prematuro para qualquer país se render, ou declarar vitória. Este vírus é perigoso, e continua a evoluir diante de nossos olhos. A OMS está atualmente rastreando quatro sub-linhagens da variante Ômicron, incluindo BA.2“, disse Tedros.

Saúde

Lacen tem fila de caixas térmicas com exames coletados no interior baiano.

O Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) registrou aproximadamente 10 mil exames na fila de espera para testagem da Covid-19. Esse número é o dobro da capacidade de análise diária da unidade.

Imagens de dentro do Lacen, nesta manhã, impressionaram pela quantidade de caixas térmicas com exames coletados no interior do estado. Por causa do aumento na demanda, o prazo de entrega dos resultados saltou de 48 horas para 72.

de acordo com a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), do dia 1º a 19 deste mês, foram liberados 50.361 exames de Covid-19. Nesta sexta, a Bahia tem 14.733 casos ativos da doença.

%d blogueiros gostam disto: