Bolsonaro incita a desordem fala em risco de invasões a supermercados por causa de restrições

Brasil

Não bastasse toda crise que causa em meio à pandemia da Covid-19, o presidente Jair Bolsonaro agora, ao que tudo indica, resolve incitar a desordem pública.

Bolsonaro critica duramente as restrições impostas por governadores para tentar conter o avanço do vírus no País. Ele disse que as medidas são “irresponsabilidades” durante participação virtual em reunião no Senado.

O presidente ainda falou acreditar na possibilidade de invasões a supermercados, fogo em ônibus e greves em função do lockdown.

Sem máscara e ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, que usava o item de proteção, Bolsonaro atacou os governadores de São Paulo, João Doria (PSDB), e do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB). Assim como o governador baiano Rui Costa, ambos adotaram novas restrições, inclusive toque de recolher.

Bolsonaro comparou o isolamento a um “sapo fervido”, ou seja, depois de aumentada a temperatura, “não sai mais da panela”. As medidas de isolamento social e restrição ao comércio tem sido recomendadas por especialistas para conter a transmissão do vírus.

“Até quando? Até quando nossa economia vai resistir? Se colapsar, vai ser uma desgraça. O que poderemos ter brevemente? Invasão a supermercado, fogo em ônibus, greves, piquetes, paralisações. Onde vamos chegar? Será tarde para o sapo sair da panela”, disse Bolsonaro. No discurso do presidente da República, enquanto o governo federal combate o desemprego, prefeitos e governadores estão “destruindo” a economia.

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